Enem 2008: inscrições estão abertas
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio de 2008, o Enem, estão abertas até 30 de maio. O interessado pode se inscrever pela internet ou nas agências dos Correios. A prova será realizada no dia 31 de agosto, às 13 horas (horário de Brasília).
Podem se inscrever ao Enem tanto estudantes que vão concluir o ensino médio em 2008 quanto pessoas que já o concluíram em anos anteriores.
ponto_enem.jpg Cartilha do Inscrito - Enem 2008
ponto_enem.jpg Roteiro dos procedimentos de inscrição na escola
COLÉGIO ESTADUAL ANTÔNIO SÁ PEREIRA - CEASP, Praça Avelino Fernandes S/N Bairro Conquista Ilhéus-Ba ----- Ensino Fundamental II, Ensino Médio e EJA. ----- Diretora Geral: Luliana Oliveira; Vice Diretora Matutino: Rita Pimenta; Vice Diretor Noturno: Sérgio Nogueira ***** Contato: **email: colegiosapereira2010@gmail.com **Telefone (73) 32317168
Ano de Mudanças ...
quarta-feira, 14 de maio de 2008
sábado, 12 de abril de 2008
Experiências de uso pedagógico da Internet
Sábado, 12 de Abril de 2008
Experiências de uso pedagógico da Internet
Os projetos de uso da Internet na escola dos vinte professores acima estão publicados no Portal. São experiências enviadas para o Concurso EducaRede: Internet na Escola, realizado no ano passado. Além dos finalistas que aparecem na foto, outros 28 educadores também tiveram seus projetos semi-finalistas publicados no Canal Ensinar com Internet. Conheça os trabalhos desenvolvidos pelos colegas e envie o seu para análise e eventual publicação no EducaRede.
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=
revista_educarede.especiais&id_especial=275
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=
internet_e_cia.informatica_resultado&id_categoria=22
Experiências de uso pedagógico da Internet
Os projetos de uso da Internet na escola dos vinte professores acima estão publicados no Portal. São experiências enviadas para o Concurso EducaRede: Internet na Escola, realizado no ano passado. Além dos finalistas que aparecem na foto, outros 28 educadores também tiveram seus projetos semi-finalistas publicados no Canal Ensinar com Internet. Conheça os trabalhos desenvolvidos pelos colegas e envie o seu para análise e eventual publicação no EducaRede.
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=
revista_educarede.especiais&id_especial=275
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=
internet_e_cia.informatica_resultado&id_categoria=22
sexta-feira, 21 de março de 2008
Tecnologias na Educação: qual a lógica? NELSON PRETTO
NÃO DEIXEM DE OUVIR A ENTREVISTA DO PROF. NELSON PRETTO, UM DOS "GRANDES " EM TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS.
Professor Nelson Pretto defende uma lógica menos industrial na Educação e, neste contexto, sugere novas formas de se relacionar com as tecnologias.
19/03/2008
Jaciara de Sá Carvalho
Há quem pense que as tecnologias estão chegando para nos aprisionar: tem que usar Internet nas aulas, tem que aproveitar o software que a escola comprou, tem... Mas as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) “não são meros artefatos que a gente vai colocar para ficar moderninho”. Precisamos percebê-las enquanto Cultura e com um olhar político. Esse é o convite que Nelson Pretto faz a todos os educadores que querem contribuir para melhorar os índices educacionais do país. O professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced/UFBa) participou, no último dia 13 de março, do "1º. Congresso Nacional Cidade Escola de São Bernardo do Campo" (SP), no qual falou para cerca de seis mil educadores sobre “O papel das novas mídias na Educação: professor e aluno como autores”. Após o evento, Pretto concedeu uma entrevista (ao lado) ao EducaRede no qual defende uma lógica menos industrial na Educação, tanto nas políticas públicas quanto nas práticas dos educadores e, neste contexto, sugere novas formas de se relacionar com as tecnologias.
No Congresso, Pretto lembrou que a cada dia cresce o número de escolas que propagandeiam a compra de equipamentos e recursos tecnológicos. “Mas no fundo tem a mesma lógica de transmissão de conhecimento e, ainda, jogando de lado os professores”. Ou seja, o conhecimento acaba sendo produzido e distribuído de forma centralizada, e os professores tornam-se “meninos de recado das empresas de Educação”. Por isso, é preciso que eles percebam as NTICs enquanto Cultura e isso "exige uma outra percepção de Educação que corresponda à articulação entre Cultura, Educação, Ciência, Tecnologia, Saúde... Enfim, um afastamento radical da lógica de que a escola é produção industrial”, diz, criticando iniciativas que estimulariam a competitividade, como bônus para professores. No lugar da competitividade, a produção colaborativa, as trocas, a criação, a escola não como um espaço de reprodução de saberes, numa lógica em que todos têm que sair iguais. Daí a importância da adoção de softwares livres, “não porque vamos entrar no código fonte, mas por sua idéia de produção colaborativa”.
Resumindo: “Ou nós concentramos os nossos processos educacionais, as políticas educacionais, numa perspectiva de tecnologias livre, horizontal, de colaboração ou vamos continuar tendo esses índices lamentáveis que temos por aí”. A íntegra da palestra você ouve no áudio abaixo (também pode salvar no seu computador).
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=revista_educarede.
especiais&id_especial=302
Professor Nelson Pretto defende uma lógica menos industrial na Educação e, neste contexto, sugere novas formas de se relacionar com as tecnologias.
19/03/2008
Jaciara de Sá Carvalho
Há quem pense que as tecnologias estão chegando para nos aprisionar: tem que usar Internet nas aulas, tem que aproveitar o software que a escola comprou, tem... Mas as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) “não são meros artefatos que a gente vai colocar para ficar moderninho”. Precisamos percebê-las enquanto Cultura e com um olhar político. Esse é o convite que Nelson Pretto faz a todos os educadores que querem contribuir para melhorar os índices educacionais do país. O professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced/UFBa) participou, no último dia 13 de março, do "1º. Congresso Nacional Cidade Escola de São Bernardo do Campo" (SP), no qual falou para cerca de seis mil educadores sobre “O papel das novas mídias na Educação: professor e aluno como autores”. Após o evento, Pretto concedeu uma entrevista (ao lado) ao EducaRede no qual defende uma lógica menos industrial na Educação, tanto nas políticas públicas quanto nas práticas dos educadores e, neste contexto, sugere novas formas de se relacionar com as tecnologias.
No Congresso, Pretto lembrou que a cada dia cresce o número de escolas que propagandeiam a compra de equipamentos e recursos tecnológicos. “Mas no fundo tem a mesma lógica de transmissão de conhecimento e, ainda, jogando de lado os professores”. Ou seja, o conhecimento acaba sendo produzido e distribuído de forma centralizada, e os professores tornam-se “meninos de recado das empresas de Educação”. Por isso, é preciso que eles percebam as NTICs enquanto Cultura e isso "exige uma outra percepção de Educação que corresponda à articulação entre Cultura, Educação, Ciência, Tecnologia, Saúde... Enfim, um afastamento radical da lógica de que a escola é produção industrial”, diz, criticando iniciativas que estimulariam a competitividade, como bônus para professores. No lugar da competitividade, a produção colaborativa, as trocas, a criação, a escola não como um espaço de reprodução de saberes, numa lógica em que todos têm que sair iguais. Daí a importância da adoção de softwares livres, “não porque vamos entrar no código fonte, mas por sua idéia de produção colaborativa”.
Resumindo: “Ou nós concentramos os nossos processos educacionais, as políticas educacionais, numa perspectiva de tecnologias livre, horizontal, de colaboração ou vamos continuar tendo esses índices lamentáveis que temos por aí”. A íntegra da palestra você ouve no áudio abaixo (também pode salvar no seu computador).
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=revista_educarede.
especiais&id_especial=302
terça-feira, 11 de março de 2008
Entrevista: "A inserção das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação nas escolas."
TICs: da banalização para a expansão do conhecimento
A diretora do mestrado em Tecnologia Educativa da Universidade de Buenos Aires, Edith Litwin, falou ao EducaRede sobre os desafios para a inserção das novas Tecnologias de Informação e Comunicação nas escolas. Confira a reportagem e veja, no Canal Ensinar com Internet, o que a diretora propõe a professores que nunca usaram computadores e Internet em suas aulas e desejam desenvolver estratégias para trabalhar com os alunos.
link: http://www.youtube.com/watch?v=z_6LRQJvHNU
A diretora do mestrado em Tecnologia Educativa da Universidade de Buenos Aires, Edith Litwin, falou ao EducaRede sobre os desafios para a inserção das novas Tecnologias de Informação e Comunicação nas escolas. Confira a reportagem e veja, no Canal Ensinar com Internet, o que a diretora propõe a professores que nunca usaram computadores e Internet em suas aulas e desejam desenvolver estratégias para trabalhar com os alunos.
link: http://www.youtube.com/watch?v=z_6LRQJvHNU
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Tropa de Elite
Agenor Fagundes viu Tropa de Elite e comenta com exclusividade para o ON
09/10/2007
www.tropadeeliteofilme.com.br
O que se espera de um bom filme: boa fotografia, som de qualidade (tanto do ponto de vista de audição, criatividade e de sincronia com a história), interpretação adequada dos atores, roteiro inteligente e capaz de entreter, com ritmo de captar nossa atenção. Tudo isto Tropa de Elite tem, em patamar de cinema de primeiro mundo.
Mas não é só isto, o cinema do ponto de vista da técnica: o filme aborda uma realidade presente e massacrante no dia-a-dia urbano das grandes cidades brasileiras, a violência urbana, o tráfico de drogas, a corrupção e a crueldade da polícia e dos criminosos.
A história tem como pano de fundo a chegada do Papa ao Brasil, o que obriga a uma tentativa de "limpeza dos morros" para a segurança do pontífice, tal como agora tivemos no Pan-Americano reforços para tranqüilizar os visitantes, o que atualiza o tema. Fica a pergunta de porque não se tem vontade política de combater com eficiência este problema também "para os de casa". Não há saída que não seja a repressão honesta, nem que sejam necessárias as camadas superpostas de comando policial para enfrentar a endemia de corrupção: basta de sociologia, não há substituto para a repressão, que deve no entanto ser complementada com programas sociais de educação e urbanização.
Aliás, neste Brasil da impunidade, do mensalão da quadrilha oficial ao Renan Calheiros, o exemplo não vem de quem deveria vir; tampouco, como bem denuncia o filme, as classes médias e altas não estão fora do processo, quando estão alienadas no consumo de drogas que fecha o circuito, hipocrisia bem levantada na história.
O filme é violento? Não, na medida em que violência seria retratar uma realidade com exagero; obviamente, mesmo não tendo o comentarista ou o leitor estado no front desta guerra, o roteiro é crível e está nos jornais diários.
Wagner Moura é um ótimo ator, muito convincente em todas as nuances de interpretação: os principais coadjuvantes, os policiais que entram na Tropa com ideais de honestidade, nem tanto, mas não chega a comprometer o filme.
Ao cinema e aos debates! Precisamos discutir a questão e colocar recursos para a tentar a paz urbana, há exemplos de sucesso nos EUA e até mesmo na Colômbia, vamos trabalhar e não desanimar.
09/10/2007
www.tropadeeliteofilme.com.br
O que se espera de um bom filme: boa fotografia, som de qualidade (tanto do ponto de vista de audição, criatividade e de sincronia com a história), interpretação adequada dos atores, roteiro inteligente e capaz de entreter, com ritmo de captar nossa atenção. Tudo isto Tropa de Elite tem, em patamar de cinema de primeiro mundo.
Mas não é só isto, o cinema do ponto de vista da técnica: o filme aborda uma realidade presente e massacrante no dia-a-dia urbano das grandes cidades brasileiras, a violência urbana, o tráfico de drogas, a corrupção e a crueldade da polícia e dos criminosos.
A história tem como pano de fundo a chegada do Papa ao Brasil, o que obriga a uma tentativa de "limpeza dos morros" para a segurança do pontífice, tal como agora tivemos no Pan-Americano reforços para tranqüilizar os visitantes, o que atualiza o tema. Fica a pergunta de porque não se tem vontade política de combater com eficiência este problema também "para os de casa". Não há saída que não seja a repressão honesta, nem que sejam necessárias as camadas superpostas de comando policial para enfrentar a endemia de corrupção: basta de sociologia, não há substituto para a repressão, que deve no entanto ser complementada com programas sociais de educação e urbanização.
Aliás, neste Brasil da impunidade, do mensalão da quadrilha oficial ao Renan Calheiros, o exemplo não vem de quem deveria vir; tampouco, como bem denuncia o filme, as classes médias e altas não estão fora do processo, quando estão alienadas no consumo de drogas que fecha o circuito, hipocrisia bem levantada na história.
O filme é violento? Não, na medida em que violência seria retratar uma realidade com exagero; obviamente, mesmo não tendo o comentarista ou o leitor estado no front desta guerra, o roteiro é crível e está nos jornais diários.
Wagner Moura é um ótimo ator, muito convincente em todas as nuances de interpretação: os principais coadjuvantes, os policiais que entram na Tropa com ideais de honestidade, nem tanto, mas não chega a comprometer o filme.
Ao cinema e aos debates! Precisamos discutir a questão e colocar recursos para a tentar a paz urbana, há exemplos de sucesso nos EUA e até mesmo na Colômbia, vamos trabalhar e não desanimar.
Violência: o que podemos fazer?
Violência: o que podemos fazer?
02/09/2006
A violência no Brasil cresce de forma acelerada e sem controle, com cerca de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos. Esse número supera o de mortes em países que enfrentam guerras, como o Iraque. Mas o que podemos fazer para mudar isso? O país assiste atônito à escalada do poder e à ousadia do crime organizado, ao mesmo tempo em que se tornam cada vez mais corriqueiros os crimes com motivações pessoais ou sem sentido. A assustadora explosão da violência no Brasil é justificada pelas autoridades por inúmeros problemas, mas estas mesmas autoridades a tratam com descaso. É frágil a segurança pública, com policiais despreparados e, em muitos casos, corruptos. Nosso sistema carcerário é ineficiente e temos ainda a conhecida impunidade que, apoiada por leis inadequadas à realidade, permite a assassinos como Champinha desfrutarem da liberdade como cidadãos comuns. No passado, a opinião pública tinha o tempo necessário entre um crime e outro para elevá-lo ao nível de atrocidade. Foi assim há 30 anos, quando Doca Street assassinou a namorada Ângela Diniz, chocando o país. Agora, tudo é corriqueiro. A foto da mãe enfurecida com a cabeça do filho morto no colo em pleno centro do Rio de Janeiro impressionou, mas teve que ceder espaço para a imagem do assassino que cerrou ao meio uma empresária simplesmente por terem discutido por uma vaga de estacionamento. A impressão que nos dá é que tudo virou motivo para matar. E o pior é que nada mais parece chocar. Secretário de Transportes de Macaé que coibiu vans é assassinado Fernando Magalhães foi o responsável pelo combate à máfia das vans na cidade, reduzindo de 640 para 54 o número de veículos que fazem o transporte coletivo em Macaé. Ele foi assassinado em uma emboscada na noite de quinta-feira. Seu carro foi interceptado por bandidos e atingido por 19 tiros. Destes, nove acertaram o secretário. Segundo a polícia, trata-se de uma execução feita por profissionais. O Globo – Secretário que combateu vans é executado – Página 37 Por que se mata tanto? Por que os governantes permanecem anestesiados e não reagem tornando a segurança uma prioridade? O que a sociedade civil pode fazer para mudar este quadro? Dê a sua opinião.
globinho
http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=5298
02/09/2006
A violência no Brasil cresce de forma acelerada e sem controle, com cerca de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos. Esse número supera o de mortes em países que enfrentam guerras, como o Iraque. Mas o que podemos fazer para mudar isso? O país assiste atônito à escalada do poder e à ousadia do crime organizado, ao mesmo tempo em que se tornam cada vez mais corriqueiros os crimes com motivações pessoais ou sem sentido. A assustadora explosão da violência no Brasil é justificada pelas autoridades por inúmeros problemas, mas estas mesmas autoridades a tratam com descaso. É frágil a segurança pública, com policiais despreparados e, em muitos casos, corruptos. Nosso sistema carcerário é ineficiente e temos ainda a conhecida impunidade que, apoiada por leis inadequadas à realidade, permite a assassinos como Champinha desfrutarem da liberdade como cidadãos comuns. No passado, a opinião pública tinha o tempo necessário entre um crime e outro para elevá-lo ao nível de atrocidade. Foi assim há 30 anos, quando Doca Street assassinou a namorada Ângela Diniz, chocando o país. Agora, tudo é corriqueiro. A foto da mãe enfurecida com a cabeça do filho morto no colo em pleno centro do Rio de Janeiro impressionou, mas teve que ceder espaço para a imagem do assassino que cerrou ao meio uma empresária simplesmente por terem discutido por uma vaga de estacionamento. A impressão que nos dá é que tudo virou motivo para matar. E o pior é que nada mais parece chocar. Secretário de Transportes de Macaé que coibiu vans é assassinado Fernando Magalhães foi o responsável pelo combate à máfia das vans na cidade, reduzindo de 640 para 54 o número de veículos que fazem o transporte coletivo em Macaé. Ele foi assassinado em uma emboscada na noite de quinta-feira. Seu carro foi interceptado por bandidos e atingido por 19 tiros. Destes, nove acertaram o secretário. Segundo a polícia, trata-se de uma execução feita por profissionais. O Globo – Secretário que combateu vans é executado – Página 37 Por que se mata tanto? Por que os governantes permanecem anestesiados e não reagem tornando a segurança uma prioridade? O que a sociedade civil pode fazer para mudar este quadro? Dê a sua opinião.
globinho
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terça-feira, 11 de setembro de 2007
Caros Alunos e Colegas
Os vídeos da escola, projetos, alunos, etc, estão disponíveis na COMUNIDADE ORKUT SA PEREIRA nos links à direita da tela.
Abraço.
Não esqueçam de deixar vossos comentários e responder às enquetes, assim como, sugerir possíveis enquetes, textos, curiosidades, etc.
Teresa
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Teresa
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